sábado, 30 de novembro de 2013

A IMPORTÂNCIA DO ORÇAMENTO EMPRESARIAL.

         Estamos praticamente no final de 2013, momentos de finalizarmos nossas projeções para o ano que se aproxima. Vejamos alguns pontos e sua importância para que nosso orçamento aproxime-se adequadamente do cenário que ocorrerá no próximo ano.
a) Quais as perspectivas para osegmento de atuação.
b) Em relação ao segmento de atuação qual foi o posicionamento da empresa no ano corrente.
c) O Orçamento deste ano foi acompanhado com anotações das discrepâncias entre o previsto e o realizado ?
d) Foram identificadas e analisadas as causas de desvios e estabelecimento de ações para corrigi-los ?
e) Houve participação de todos os setores da empresa no acompanhamento e análise entre o previsto e o realizado?
Sabemos que o orçamento empresarial, deve ser elaborado de forma técnica e fundamentada para funcionar como um direcionador do rumo da administração da empresa servindo também para avaliar o cumprimento das metas e objetivos traçados.
Deve contemplar os fatores internos e os fatores externos, como política governamental, ações de fornecedores, concorrentes e clientes, e, nestes tempos de crise globalizada, da influência internacional. Não pode desconsiderar as prováveis evoluções tecnológicas, tanto em produtos como em processos de gestão.
Dentro dessa perspectiva para ter um orçamento independe de seu tamanho e mercado de atuação.
Entre os benefícios do orçamento na gestão da empresa, ressaltamos:
a) O orçamento deve ser norteador das ações futuras,mas, como sua base é no passado, necessita de dados atualizados e confiáveis.
b) O orçamento tem metas e objetivos para cada trimestre e para cada setor da empresa permitindo avaliar o que deve ser ajustado e em que setor da empresa;
         O orçamento contribuirá significativamente com o crescimento da empresa na medida em que os desvios sejam identificados e corrigidosa cada período de forma a, no mínimo, em atingir suas metas e objetivos.
Como todo processo, o orçamento empresarial, para ser um recurso de gestão dependerá de continuidade. Quanto melhor acompanhar sua execução e ajustar às mudanças de cenário melhor o resultado e mais fácil a elaboração do orçamento do ano seguinte.
Prepare e revise seu orçamentopara 2014 e bons lucros!
Sivaldo Dal-Ry
Consultor Empresarial
dalryconsultor@gmail.com
43 9109-5345 / 9805-2817

Londrina – PR

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

QUATRO PONTOS PARA UMA BOA GESTÃO

         Sabemos que, para o empresário, o principal foco é produzir, vender ou prestar serviços, mas, para uma boa gestão da empresa é indispensável conhecer e avaliar constantemente os números da empresa.
        Destacamos quatro pontos que contribuem significativamente para uma boa gestão financeira da empresa:

        1 – Sua empresa controla efetivamente os custos?
            Registrar e identificar corretamente todos os custos, variáveis, administrativos, comerciais e financeiros, da empresa é necessário para conhecer todos os componentes de preços, fontes de perdas e dar suporte às decisões gerenciais. A constante administração dos custos é tarefa primordial na gestão financeira, pois, “não se controla o que não é medido”.

        2 – Controla a evolução do estoque e o giro dos produtos?
            Estoque significa investimento, mas, se o giro de grande parte dos produtos não for adequado, poderá acontecer uma rápida descapitalização da empresa onerando, através do aumento de encargos financeiros. Outra questão proporcionada pelo controle é a identificação dos principais produtos da empresa.

        3 – Efetua, mensalmente, a avaliação de resultados?
            Conhecer, mensalmente o resultado da empresa implica em colocar todos os dados num mesmo espaço de tempo, ou seja, é necessária a classificação de receitas e custos, dentro do regime de competência, que diferentemente do regime de caixa, analisa pela incidência dos fatos e não pela data de pagamento.

        4 – Sua empresa é Lucrativa e Rentável?
            Pela avaliação de resultados temos condição de analisar estas duas situações. A primeira é em relação ao faturamento da empresa, ou seja, identifica qual percentual do faturamento a empresa gerou como resultado. A segunda é a análise do resultado em relação ao investimento efetuado pelos empresários. Existem empresas com pequena lucratividade, mas, com boa rentabilidade e vice-versa. O ideal é que o resultado seja atrativo nas duas análises.

            Evidentemente estes não são os únicos pontos necessários a uma boa gestão financeira, mas, é um excelente início.
Sivaldo Dal-Ry
Consultor Empresarial em
Custos, Finanças e Crédito & Cobrança
43 9109-5345 / 9805-2817

Londrina - PR

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

SEU FUNCIONÁRIO SEMPRE RECLAMA DO SALÁRIO ?

Um dos grandes embates nas empresas é a insatisfação que muitas vezes ocorre dentro do quadro de colaboradores em relação ao salário.
A primeira recomendação que fazemos é, como em qualquer questão, analisar se os valores atribuídos a cada função estão dentro da média utilizada pelas empresas do mesmo porte e setor. Outra questão a ser considerada é a falta de educação financeira da maioria dos brasileiros. Isso faz com que as pessoas considerem que seus ganhos são insuficiente, e sabemos que funcionário feliz é mais produtivo e eficiente.
Diante disso porque não instruir seu colaborador a administrar melhor o salário?
Muitos deles consideram que ao receber o salário, o melhor a se fazer é pagar todas as dívidas de uma vez, esquecendo-se do restante do mês. É raro encontrarmos assalariados que mantém uma reserva para “imprevistos”. Sendo que muitos destes imprevistos são plenamente previsíveis, como por exemplo, conserto de um eletrodoméstico, um eventual tratamento de saúde, o conserto do carro da família, etc.
A grande maioria dos brasileiros não tem o hábito de poupar, pesquisa divulgada recentemente indica que menos de 20% da população reserva parte de sua renda para o futuro. Até na forma de falar sobre renda temos uma distorção, usualmente dizemos que é preciso “ganhar” dinheiro. Essa expressão revela que, inconscientemente, contamos que alguém irá nos presentear com os valores que necessitamos ou desejamos. Na realidade é preciso “fazer” dinheiro, ou seja, trabalhar para alcançarmos nossos objetivos e metas. Aliás, este é outro ponto onde nós falhamos muito: poucas vezes estabelecemos nossas metas e objetivos.
Um programa de educação financeira junto aos colaboradores poderá melhorar o ambiente de trabalho, a produtividade e o comprometimento com a empresa, pois, se cada um de nós tiver metas e objetivos claros, calcados em nossa capacidade de gerar recursos e formos disciplinados financeiramente poderemos, com certeza, alcançá-los.
Uma frase define a base da educação financeira:
Equilíbrio financeiro não depende de quanto você ganha, mas, como você gasta o que ganha.

Sivaldo Dal-Ry
Consultor Empresarial
43 9109-5345

Londrina - PR

terça-feira, 13 de agosto de 2013

O que é capital de giro e como calculá-lo?

Quando uma empresa inicia as suas atividades, recebe dois tipos de investimentos. Uma parte é para investimento fixo - aquisição das máquinas, móveis, prédio, ferramentas – que constituirá seu ativo imobilizado. A outra parte vai compor uma reserva de recursos para ser utilizada conforme as necessidades financeiras da empresa ao longo do tempo. É o chamado capital de giro. Esses recursos são aplicados em  estoques, no financiamento das vendas a prazo -  contas a receber-  e também  no caixa ou na conta bancária.
            O estoque de uma empresa é formado e mantido em função das necessidades em atender o mercado consumidor, portanto, este está sempre sofrendo mudanças de investimentos, seja em itens ou em quantidades.             Quanto maior a necessidade de investimento nos estoques, mais recursos financeiros a empresa deverá ter.
            As contas a receber são resultados das vendas realizadas a prazo. Portanto, quanto mais prazo você oferece ao seu cliente ou quanto maior for a proporção das vendas a prazo no seu faturamento, mais recursos financeiros a empresa deverá ter.
É nas contas correntes bancárias e no caixa que fica concentrada a parcela dos recursos financeiros disponíveis da empresa, ou seja, aquela que a empresa pode utilizar a qualquer tempo para honrar os seus compromissos.
            Dependendo do saldo inicial, das entradas e saídas, pode acontecer uma falta ou uma sobra desses recursos em um momento específico, dia ou semana. Desta maneira, as compras, o aumento no prazo das vendas e valores e formas de investimento não podem ser tomadas sem nenhum critério. Antes de uma decisão dessas ser tomada, é indispensável fazer uma análise e uma avaliação sobre a disposição dos recursos financeiros da empresa para isso. Se esse recurso não existe, a empresa acabará tendo de utilizar recursos emprestados de bancos, de fornecedores ou de outras fontes, o que irá gerar uma necessidade de pagamentos de encargos, diminuindo a margem de lucro do negócio.
            Portanto, administrar o capital de giro da empresa significa avaliar o momento atual, as faltas e as sobras de recursos financeiros e os reflexos gerados por decisões tomadas em relação a compras, vendas, investimentos e à administração do caixa.
           
Sivaldo Dal-Ry
Consultor Empresarial
43 9109-5345 / 9805-2817

Londrina - Pr

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Alguns erros recorrentes na gestão das empresas?

A gestão financeira de muitas empresas é comprometida pela recorrência de erros, entre os quais estão:
- Desconhecer as informações corretas sobre saldo do caixa, valor dos estoques das mercadorias, valor das contas a receber, valor das contas a pagar, volume das despesas fixas ou financeiras, etc. Isso ocorre porque não fazem o registro adequado das transações realizadas.
- Desconhecer o resultado de suas atividades operacionais, porque não elaborar o demonstrativo de resultados.
- Calcular o preço de venda de seus produtos apenas comparando com a concorrência porque não conhecem os seus custos e despesas.
- Desconhecer o volume e a origem dos recebimentos, e o volume e o destino dos pagamentos, por não elaborar o fluxo de caixa.
- Não conhecer o valor patrimonial da empresa, por não controlar a evolução de seu patrimônio.
- Não estabelecer um valor para a remuneração dos sócios compatível com os resultados da empresa.
- Não apropriar corretamente o custo das mercadorias vendidas, por não fazer um registro adequado dos produtos.
- Não identificar corretamente o valor das despesas administrativas da empresa e ainda incluir as despesas pessoais dos sócios como se fossem da empresa.
- Deixar de administrar o capital de giro da empresa por desconhecer o ciclo financeiro de suas operações.
- Deixar de fazer análise e planejamento financeiro da empresa por não ter um sistema de informações gerenciais, ou pior, ter o sistema, mas não utilizá-lo adequadamente.
            Reveja esses pontos em sua empresa e procure corrigi-los melhorando sua gestão financeira e melhorando seus lucros.
Sivaldo Dal-Ry
Consultor Empresarial
dalryassessoria.blogspot.com
43 9109-5345 / 9805-2817
Londrina - Pr


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Sua empresa precisa realmente de um financiamento?

Dificuldades financeiras são comuns em quase todas as empresas, diante disso é importante avaliar a necessidade real do empréstimo, assim como medir os seus impactos. Análises minuciosas e muita reflexão devem antecipar a decisão de se tomar crédito junto aos agentes financeiros. O empresário deve perceber se seus problemas não são de gestão. A decisão de obter recursos de terceiros deve ser sempre realizada de forma consciente, precedida de análise sobre sua real conveniência e os impactos que trarão ao empreendimento.
            Antes de se obter um financiamento é imprescindível conhecer as causas que levam a empresa a buscar os recursos e as reais necessidades do negócio. O gestor deve ter claro que o empréstimo não é, necessariamente, a solução para os seus problemas financeiros. Desta forma é importante dimensionar corretamente a quantia a ser solicitada, sua correta utilização e, sobretudo, se há realmente a necessidade de se obter um empréstimo naquele momento.
Ao solicitar recursos de forma planejada num determinado agente financeiro, o gestor pode perceber que talvez não demande a quantidade inicialmente pleiteada (ou próprio financiamento), se conseguirá arcar com as prestações e com as demais exigências bancárias.
            Muitas vezes, os problemas de natureza financeira, entre outros, são decorrentes de: 
a)      Equívocos nas decisões empresariais de investimento sem o devido planejamento;
b)      Escassez de registros gerenciais e de informações que acarretam em descontroles financeiros;
c)      Excessiva remuneração dos dirigentes;
d)     Falhas no gerenciamento do fluxo de caixa: descasamento de prazos de recebimentos e pagamentos, custos totais mais elevados que as receitas;
e)      Excesso e inadequação de estoques.
Estes fatores, entre outros, acabam impactando diretamente na necessidade do capital de giro do negócio.
            Portanto, quando pensar em financiamento deve-se verificar a origem da necessidade de recursos e, implantar ações que evitem recorrência desses fatos.
Sivaldo Dal-Ry
Consultor Empresarial em Finanças e Custos

Londrina - PR

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Margem de Contribuição

Muitos empresários a conhecem apenas de nome, mas não sabem exatamente o que é, como calcular e para que serve.
A Margem de Contribuição é um número mágico. Com ele podemos conhecer quais são os produtos que nos são mais rentáveis, em quais produtos que devemos concentrar nossas estratégias mercadológicas eliminando os que nos dão baixo retorno e, o mais importante, nos permite descobrir qual é o nosso Ponto de Equilíbrio.
Mas como obter então a Margem de Contribuição? De onde ela surge?
O que a compõe?
Ela é resultante da dedução dos custos variáveis das receitas operacionais obtidas pela empresa. Caso a empresa apenas deseje obter a sua Margem de Contribuição que lhe permita apurar qual seria o seu Ponto de Equilíbrio, basta apenas deduzir todos os custos variáveis mensais e as despesas variáveis de sua Receita de Vendas apuradas no período, obtendo-se assim o seu valor monetário ou em percentual.
Para obter-se o Ponto de Equilíbrio basta apenas dividir o total dos Custos Fixos da empresa pelo percentual da Margem de Contribuição, em sua forma decimal, obtendo-se assim o tão procurado valor que cubra tão somente os custos fixos da empresa, ou seja, o valor mínimo a ser faturado para que a empresa cubra seus custos não gerando lucro algum ao empresário.
Entretanto, para poder-se obter a Margem de Contribuição, a empresa deverá possuir todos os seus custos devidamente apurados de forma correta e segura, pois deles dependem a confiabilidade do valor encontrado.
Para obter-se a Margem de Contribuição Unitária de cada produto vendido pela empresa, esta deverá apurar todos os custos variáveis relativos a cada um, com absoluta confiabilidade para que possa apurar assim sua margem, permitindo sua comparação com os demais produtos, selecionando aqueles que lhe ofereçam maior rentabilidade e excluindo os de menor retorno.
Toda empresa precisa, de forma sempre presente e constante, conhecer de forma correta e confiável qual é o seu Ponto de Equilíbrio.
Se preferir numa fórmula, isso tudo fica assim:
Margem de Contribuição = Valor das Vendas - (custos variáveis + despesas variáveis)
Este, por sua vez, é diretamente dependente da Margem de Contribuição. Para obtê-la é necessário um perfeito controle dos custos e despesas da empresa que somente são obtidos através dos Controles Financeiros. Neste aspecto ressaltamos que muitos gestores preocupam-se em ter dados, mas, não os tabulam de forma a obter informações indispensáveis para conhecer a realidade da empresa.
Sem eles fatalmente o empresário terá sérias dificuldades em conhecer perfeitamente seu negócio. Ao empresário cabe a responsabilidade de implantá-los e controlá-los de forma sistemática e constante.
Sivaldo Dal-Ry
Consultor Empresarial em Finanças e Custos

Londrina - PR